• Cicero Fernandes

A aprovação do PL 5829/19 faz com que o setor de energia fotovoltaica comemore.


Conforme a opinião das entidades, a lei fará com que o mercado tenha mais segurança regulatória e jurídica, fazendo com que o consumo de energia renovável seja estimulado no país O marco legal da geração distribuída, representado pelo Projeto de Lei 5829/19, foi aprovado na Câmara dos Deputados no dia 19 de agosto e agora segue para votação no Senado Federal.

Heber Galarce, presidente do Instituto Nacional de Energia Limpa (Inel) acredita que com a aprovação do PL, que levou cerca de 2 anos para se concretizar, o setor de energia sustentável terá mais segurança e poderá gerar mais negócios no Brasil.

“Com a aprovação da matéria e a melhoria do ambiente de negócios, o setor de energia solar vai atrair ainda mais investidores e gerar mais empregos em meio à crise econômica atual. A previsão é que o PL deve resultar na abertura de um milhão de novos postos de trabalho nos próximos 30 anos”, diz Heber.

A Associação Brasileira de Energia Fotovoltaica (Absolar) ressaltou que os investimentos em minigeração e microgeração ensejam direitos adquiridos e fazem com que os novos investidores do mercado se beneficiem de regras ainda mais justas.

Para Bárbara Rubim, vice-presidente de geração distribuída da Absolar, a aprovação do PL vai ajudar a amenizar a crise hídrica pela qual o país está passando, além de contribuir para uma redução da conta de luz dos consumidores em geral.

“Além de limpa e competitiva, a energia solar é rápida de implantar: um novo sistema de geração própria com painéis fotovoltaicos pode ser instalado em uma casa ou pequeno negócio em poucos dias, trazendo uma redução de até 90% nos gastos com a conta de luz”, afirma Bárbara.

Segundo Rodrigo Sauaia, presidente-executivo da Absolar, com a aprovação do PL, o mercado de energia solar ficará mais estável, previsível e claro em relação ao seu crescimento. “A fonte solar ainda ajuda a aliviar os custos com energia elétrica e protege os consumidores de aumentos tarifários e principalmente das bandeiras vermelhas.”

fonte:www.portalsolar.com.br

18 visualizações0 comentário

Posts recentes

Ver tudo